sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Eu sei que veria uma fazenda... Flores de todas as cores e arvores grandes, pra quando eu cansasse de correr e andar no meio do campo eu parasse e me deitasse; deitasse ao lado de um amigo, uma criança, um cachorro, e sentisse o vento...
Depois chegaria a uma casa, a mais simples, a mais aberta e com janelas grandes, e lá veria uma menininha e um menino, pequenos, inocentes, rindo e me abraçando, me chamando de pai. Olharia ao lado, perto da mesa e veria um homem, o mais sincero que pudesse achar, e ele viria até mim e me daria um beijo.
Da natureza viria uma música do vento, o batuqe da água caindo do céu, o cantar dos galos e pássaros. 
Minha vida seria simples... As pessoas seriam simples, e os amores mais sinceros.
Quando anoitecesse veria as estrelas, constelações, veria o céu. Me daria conta do quão lindo é o céu, e o quão desprezado é. 
E se um dia eu não voltasse, seria assim que eu iria querer.

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